• Larissa Maciel

Baraúnas tem eleições marcadas

O novo presidente pode ser um consenso entre os associados.



Damásio é o interventor do Baraúnas - Foto: Fábio Oliveira

POR F9.NET


Cumprindo os prazos estatutários, em conjunto com o fim do período de intervenção (18 de maio), o Baraúnas marcou para o próximo sábado (11), suas eleições. O edital foi publicado na sexta-feira (3), no Jornal O Mossoroense (omossoroense.com.br).


Enfim, o que muitos cobravam vai acontecer. Agora, quem são os candidatos? Até o momento, nenhum nome confirmado, mas apenas especulações e uma tendência. Ao longo das últimas semanas, falou-se nos ex-presidentes João Dehon e Zé Peixeiro.


Ocorre que o estatuto vigente, atualizado ainda na época do próprio Dehon, diz que só podem votar e ser votados “os associados em dia com as mensalidades sociais e no gozo de seus direitos de sócios, inscritos até 30 dias antes do pleito”. Pois bem. Dessa forma, nem Dehon, Zé Peixeiro, ou qualquer outro ex-presidente não se encaixa nesses quesitos. Estão todos fora do páreo.


O quadro de sócios atual e em condições de votar e ser votado, tem próximo de 40 leoninos, sendo Marcos Maia, vice-presidente na época de Eudes Fernandes, o único ex-diretor em condições legais. Mas, Marcos, um histórico apaixonado tricolor, não deve concorrer.


Damásio Medeiros, atual gestor provisório nomeado pela justiça, é o nome mais forte e de consenso entre os associados. Ele já declinou algumas vezes da ideia, mas pessoas próximas a ele garantem que hoje, passadas algumas fases, está propenso a aceitar. Quem for eleito, assumirá o clube para um mandato tampão até 14 de janeiro de 2020, fechando o ciclo de dois anos, previsto no estatuto, e iniciado pela gestão provisória.


Mas o novo presidente pode ter o mandato reduzido mais ainda ou até não assumir o cargo, caso a justiça resolva prorrogar novamente o mandato da administração provisória que ela nomeou. No caso de Damásio, isso acontecendo, não seria oficialmente presidente e continuaria com o status de interventor.


Para que o torcedor entenda melhor qual a situação de momento em relação à administração provisória, o primeiro período dessa intervenção foi de 60 dias. Depois, a justiça prorrogou para os atuais 120 dias que expiram em 18 de maio próximo.


Caso prorrogue novamente, dependendo do novo prazo, a eleição do dia 11 poderá ser mera formalidade. É que o artigo IV do edital de convocação da eleição diz que a diretoria executiva só tomará posse no dia subsequente ao fim da administração provisória, cuja atuação obedece uma decisão judicial.

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