• Larissa Maciel

“Decidi que não aguento mais. O advogado fará a eleição dia 18”, diz presidente da Liga

Marcos Antônio volta a entregar o barco e assume que bastidores corroem o Nogueirão.

Marcos assume que Liga não tem mais condução - foto: reprodução TCM HD

Estava marcada para a última quarta (06) uma reunião para definir os próximos dias da Liga Desportiva Mossoroense. Para quem não lembra, em novembro do ano passado, foi decidido o adiamento da eleição da nova presidência, que permaneceu com Marcos Antônio, o que gera uma picuinha desde então.


Teve quem gostou do adiamento, teve quem não gostou mas assinou ata e tem quem insista na tese de que outros deveriam assumir. A chapa de oposição, formada por Cizinho e Netão, alega que a Liga está irregular e que deveria ter como presidente o próprio Cizinho. Marcos Antônio afirma que ele não é filiado e não pode assumir.


Na reunião, segundo o presidente, compareceram apenas os representantes do Salinistas e do Israel, ele esperava mais gente para comunicar o desejo de sair de vez da LDM.


“Não resolvemos nada. Eu ia escolher um pra ficar lá (na presidência). Decidi que não aguento mais. Já falei com a minha família sobre esse assunto. O estatuto fala que o mais velho assume. Assim, ia cair pra cima mim de novo. Mas eu não quero. Então, seria Castelo”, explicou.


A eleição está marcada para o dia 18 deste mês. A questão é que enquanto nada é decidido, o Nogueirão segue como estádio interditado, sem qualquer sinal de esperança. Com a iminente decisão de Marcos, restará ao advogado Zé Carlos de Brito, responsável pela parte judicial da Liga, conduzir o processo.


Do blog - A situação do Nogueirão é urgente e aqui reitero a posição que defendo em todos os canais comunicativos que tenho acesso: é hora de tirar o estádio das mãos da Liga Desportiva Mossoroense. De espantar moscas, baratas e celeumas. De acabar com dores de cabeça e guerra de bastidores. Nem cicrano, nem fulano para administrar o patrimônio histórico chamado Nogueirão, mas dele ser do povo e para o povo. Para isso, resta uma única solução: municipalização.


Que aqui fique claro o meu posicionamento.


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