• Larissa Maciel

“Faço trabalho voluntário no Baraúnas, não mando em nada”, diz Armando Duarte

Em contato com o blog, tentou explicar os bastidores do leão e como seu nome está envolvido.

foto: reprodução jornal De Fato

Na noite desta terça (14), recebi a ligação de Armando Duarte, presidente da Associação Sítio Florânia, mais conhecida como Toca do Leão. Em 45 minutos de conversa, ele tentou explicar o cenário que vive o Baraúnas. Criticou o ex diretor de marketing, Fabiano Morais e defendeu a então presidente Bárbara Freitas, alegando que ela não entregou carta de renúncia.


“Falei com Bárbara e ela disse desconhecer essa carta. Não chegou nada pra ninguém. Essa carta deveria ser entregue ao conselho fiscal. O que existe é uma carta de preposição que seria repassada para Marcos Maia (vice), para representar o clube no Tribunal Regional do Trabalho. Eu pedi que essa carta fosse entregue à mim porque, como tenho experiência nessas causas, poderia ajudar”, explicou.


Vale salientar que, em contato com o blog sobre a carta de renúncia, Bárbara disse não ter nada a declarar. Nessa carta, ela alegaria motivações profissionais e de saúde. Tem evitado entrevistas por esses motivos, mas nas redes sociais, a vida dela segue normal, com viagens e exposição.


Sobre a saída de Fabiano Morais, Armando também fez pontuações. Disse que o ex-diretor não entregou carta de renúncia e que queria fazer marketing pessoal. Além disso, pediu que a imprensa questionasse o próprio sobre prestações de contas.


“Vocês sabem quem é o tesoureiro do Baraúnas? O diretor de futebol amador? Não sabem porque ele só queria que soubessem quem era o diretor de marketing. Essa renúncia dele ao cargo não teve carta entregue também. O nome dele segue lá. Agora, questionem se ele prestou conta de algumas camisetas vendidas. Porque além de marqueteiro, ele foi vendedor”.


Armando também reclamou que Fabiano não aceitava sugestões e queria “cada um no seu quadrado”. O presidente do Sítio Florânia chegou a apontar que ajuda o Baraúnas em pagamentos, relembrou que representou o clube algumas vezes e que deu sugestões ao marketing que não foram aceitas. Perguntado sobre sua função dentro do clube, ele respondeu:


“Não tenho função alguma no Baraúnas. O que faço é um trabalho voluntário. Se eu tivesse força dentro do clube, eu teria conseguido pelo menos uma postagem que sugeri nas redes sociais”, pontuou.


Por fim, ele ainda deixou mais coisas no ar. Disse que existem pessoas interessadas em usufruir do Nogueirão e da Liga e voltou a lembrar das irregularidades. Também fez críticas ao Mossoró, afirmando que o CT do clube hoje é mato e muro e que “novidades” (ruins) vão surgir do Carcará.

Do blog – Seguimos com a mesma informação de que uma carta de renúncia foi redigida e repassada à então assessoria na data de 30 de setembro. Essa carta veio à tona com informações do Portal do Oeste e seria divulgada apenas em novembro.

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