• Larissa Maciel

Márcio Mossoró: ponto e vírgula na carreira e atuação na cidade

O meia pontua sobre a importância de investir na região e nas categorias de base.

foto: reprodução

Márcio já demonstrou ser um craque dentro e fora de campo. Desde que decidiu voltar ao futebol mossoroense, apostou na liderança além das quatro linhas para conduzir o Potiguar de Mossoró rumo a classificação à Série D do campeonato brasileiro com todo o elenco.


O meia não pôde entrar em campo contra o ABC no último fim de semana, partida de despedida do Potiguar da temporada. No entanto, não decretou ainda o ponto final em sua carreira. Talvez, um ponto e vírgula. Ele contou os detalhes a reportagem da TCM HD.


“Me afastei um pouco das redes sociais esse dia para relaxar após esses meses e semanas intensas. Não posso dizer que minha carreira acabou ainda. Vou analisar com calma e, quem sabe, atuar no próximo ano vestindo a camisa do Potiguar”.


Por falar em atuar, o meia foi categórico quanto a sua atuação no futebol mossoroense. Ele rechaça qualquer possibilidade de vestir outra camisa em Mossoró, ainda que admita a identificação com o Baraúnas.


“Eu peço a compreensão do torcedor, dos clubes, do Baraúnas, do Mossoró, mas eu não vou atuar na cidade com outra camisa que não seja a do Potiguar. Tenho a identificação com o Baraúnas de antes, mas eu não posso fazer isso depois de tudo que vivi com esse clube, que marcou a minha carreira. Entendo que se eu vestir outra camisa, posso estar jogando fora o que foi vivido, deixando de lado. Não é o que pretendo”.


Márcio a partir de agora deve se dedicar a projetos pessoais e também que visem o crescimento do futebol mossoroense. Um dos pontos citados pelo atleta é a necessidade de mais investimento em categorias de base e na estrutura do esporte.


“Nós precisamos trabalhar pelo crescimento da base na nossa região. Podemos crescer com isso, apostando nas nossas pratas da casa, se tornando competitivos também. Peço que invistam no futebol de base, eu quero ajudar, quero investir, mas não posso sozinho. Peço apoio ao empresariado de Mossoró, peço apoio ao poder público, que ajeitem o Nogueirão, que a gente possa ter mais gestão também dos clubes.”


203 visualizações0 comentário