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  • Larissa Maciel

Potiguar esbarra na própria fraqueza, mas é time lúcido e promissor

Análise do jogo é positiva. O resultado não.


Meia Denilson foi importante principalmente no primeiro tempo - foto: Yhan Victor/ACDP


O que se viu no estádio Edgarzão ontem foi um jogo bem aberto, com duas equipes buscando o ataque sem medo de errar, cada uma no seu tempo. Na primeira etapa, o Potiguar foi o dono da bola.


Com Denilson mais aceso do que na estreia, achando espaços principalmente pelo lado esquerdo do campo e servindo Rato, em ótima noite, além de Maikinho e Mikael, o time se desenvolvia em transição rápida e bom toque que bola. A questão é, adivinha: faltou aquele pé calibrado no gol.


Precisava da finalização, principalmente daquela paciência na hora de chutar. Palavra dos próprios jogadores também.


Na volta para o segundo tempo, a saída do lesionado Roberto Júnior mudou um pouco o panorama da partida. O time encontrou um Assu mais disposto, dessa vez acertando mais na hora da conclusão. Assustou e não foi pouco. Precisava mudar. E assim Luciano fez.


A entrada de Cabral, apesar de promissora, não colaborou. A construção de jogadas e até mesmo a finalização eram os calos na sua chuteira. Fato é que pela falta de pontaria, de calibre mesmo, tinha tudo pra dar aquele 0x0.


Duas rodadas se passaram. O torcedor precisa ter a consciência de que o time, para as duas primeiras partidas, já demonstrou a qualidade que tem. Lucidez dos atletas trazidos não falta. Encaixe, por sinal, já tem.


O que falta é o cara da definição, talvez mais opções de pontas e, de fato, um elenco menos enxuto. É só refletir no que foi visto a olho nu: dois jogadores já se lesionaram (Roberto Júnior e Vinícius Mossoró) . O número, que já é baixo, tende a diminuir.


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