• Larissa Maciel

Quinta rodada tem tons alvirrubros

Isso quer dizer que o Potiguar tem ainda mais responsabilidade agora.


Sem a transmissão da TCM, não farei análise do jogo em si. Mas vale ressaltar a importância da quinta rodada para o Potiguar. Vencer o Força e Luz era garantir o passaporte na disputa por mais. Contra o ABC, a missão foi dada. Era encarar cada jogo como uma guerra. Competições de tiro curto exigem mais do que um time, mas um coletivo, um objetivo por si só.


O Potiguar teve a lucidez de buscar o resultado. Entrou em campo com uma escalação mais do que coerente do técnico Luciano Quadros, mas também cheia de merecimento. Na ausência de Madson e Mayron, “premiar” Jozicley e Wilson foi uma decisão acertada. Nomes que certamente ganham espaço por conseguir dar outros ares ao alvirrubro. Wilson destoa, é um jogador que já mostrou tamanha qualidade técnica pra ser importante nesta reta final.

É claro que os gols tomados vão soar novamente. Afinal, que alvirrubro para gostar de sofrer! Conseguiu abrir 4x1, com uma grande atuação de Alexandre Talento. Poderia ter melhorado o saldo de gols, afinal, em disputa ponto por ponto, pode ser um dos critérios de desempate.


Mas a rodada, dizia no instagram do blog, tem cor: é alvirrubra. Além da vitória importante, o Potiguar viu o Assu sustentar o Globo no Edgarzão e ainda viu o Palmeira colocar o ônibus para agir de novo e parar o América. Até a vitória do ABC (lado mais negativo), segurou também o Santa Cruz. Rodada com tons de quase perfeição em tabela.


Contra o Palmeira, é cessar fogo. Repito o que digo com frequência: do meio para frente, o Potiguar não precisa provar nada a ninguém. É letal. É forte por demais. As peças, individualmente, se encontram coletivamente. Tem que sofrer menos lá atrás. Sabedoria e disciplina.


A responsabilidade só aumenta. O caminho segue.


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