• Larissa Maciel

#tbt: Alunos das escolas estaduais Monsenhor Raimundo Gurgel e Rui Barbosa se destacam no esporte

Um dos destaques de 2011 foi a ciclista Alice Melo.

Relembrar é viver! Olha essa matéria bacana desenvolvida pelo jornalista e escritor Raimundo Lopes no ano de 2011. Ali atrás, os passos da ciclista Alice Melo, hoje cotada para as próximas Olimpíadas:


A professora Magali Delfino parabenizou as atletas e enalteceu o feito das duas, dizendo que é preciso investir no esporte, desde os primeiros anos escolares, para que possamos formar, no futuro, cidadãos plenos.


“Praticar o esporte dentro das escolas é um dos desafios da nossa gestão. Temos como meta dar condições às escolas, para que elas, através de seus gestores e professores de Educação Física, tenham melhores opções de desenvolverem um trabalho com mais qualidade e com maiores possibilidades de um número maior de alunas-atletas”.


E concluiu:


“Sabemos que o esporte, incorporado ao ensino e aprendizagem, só traz benefícios para os nossos jovens; inclusive, colocando-os em caminhos mais saudáveis e longe dos malefícios que o mundo, fora dos muros das instituições, tem a oferecer”.


PERFIS


Alice Melo, 16 anos, é aluna da Escola Estadual Monsenhor Raimundo Gurgel, estuda no 3º ano do Ensino Médio e se dedica ao ciclismo – modalidade “speed” de estrada, já tendo participado de duas edições da Olimpíada Estudantil Brasileira.


“A primeira vez em que participei do brasileiro, eu não obtive sucesso. Vários foram os fatores que fizeram com que eu não conseguisse o meu intento, dentre eles o frio de Maringá/PR – onde foram realizadas as provas, o ar rarefeito (850 metros acima do nível do mar) e a falta de adaptação ao lugar – só chegamos um dia antes e, por isso mesmo, eu não consegui um ajuste adequado para poder competir.”


E continuou:


“Este ano eu não sofri tanto. A começar pelas seletivas em junho, para as Olimpíadas, nas quais eu ganhei todas as provas, e depois nos JERNs, quando também ganhei todas as provas em que participei. Assim, quando eu cheguei a Curitiba/PR, três dias antes, tive tempo para me adaptar ao frio e ao local das provas e, assim, fiquei com uma estrutura melhor para treinamentos”.


“Aliás, o grande problema do aluno-atleta é a falta de condições financeiras para ele se deslocar de um lugar para o outro e poder representar a sua escola, a sua DIRED e o seu estado. Felizmente, eu recebi, desta vez, o apoio de um vereador, de uma empresa médica e de uma ótica da cidade e, com isso, pude representar bem o meu estado”.



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