• Larissa Maciel

Vadão diz adeus mais uma vez à seleção feminina sem um trabalho consistente

O quarto lugar na Copa do Mundo não condiz com o trabalho do treinador.


Foto: CBF

Finalmente, antes tarde do que nunca, "demorou". Para os "crentes", aleluia, glória a Deus. Vadão não é mais técnico da seleção brasileira feminina. A CBF anunciou a saída do treinador hoje, sem já definir quem assumirá o comando.


Vadão tem sido um verdadeiro sanguessuga quando falamos de seleção feminina. O tempo passa, novos técnicos e recentemente técnica aparecem, mas o nome dele sempre vem a tona entre os dirigentes. Desta vez, provou o fundamento de todas as críticas: seus trabalhos não rendem o que deviam e duraram até demais.


Vale lembrar que vínhamos de uma sequência de NOVE derrotas até estrearmos na Copa do Mundo com o pé direito. As boas atuações das meninas, mesmo com as lesões e as más escolhas técnicas, traziam o torcedor pra mais perto. Apenas pelas meninas, não pelo trabalho de Vadão.


Em plenos ânimos pré copa, preferiu falar que "acalmar mulheres é mais difícil do que homens" do que focar no que interessava: a preparação. Fora o erro geográfico quanto a Jamaica, que não vem ao caso. O grande erro foi ter começado uma Copa com ele.


A grande questão agora é: quem a CBF vai anunciar? Quais nomes serão colocados na mesa? Até agora, nada se sabe. Mas como diz aquele ditado: não basta trocar seis por meia dúzia querendo melhorar. Adaptando para a realidade, não dá pra trocar um Vadão, por outro.

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