• Larissa Maciel

VAR ameniza erros, mas não anula

Na final entre América e ABC, utilização do equipamento colaborou com a arbitragem, mas não definiu escolhas.

foto: Augusto César Gomes

A final do segundo turno entre América e ABC marcou a primeira utilização do árbitro de vídeo no Rio Grande do Norte. A vinda do equipamento foi um pedido das duas equipes e custou R$ 40 mil em logística e diárias à Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que também importou analistas de vídeo do Rio de Janeiro.


Logo no início do clássico, um lance de pênalti teve o "dedo" do VAR. O árbitro Zandick Gondim assinalou penalidade máxima para o América, analisou o lance no vídeo e viu que o defensor tocou primeiro a bola e depois o tanque Wallace Pernambucano. Ponto pro árbitro, ponto pro VAR.


Porém, um outro lance gerou revolta dos abcdistas. O meia Allan Dias sofreu falta dentro da área e o lance acabou "passando em branco". Na transmissão da Band RN, os comentaristas apontaram pênalti sofrido pelo meia, que postou a foto do seu pé nas redes sociais após a partida.

Os dois lances comprovam o óbvio: o VAR ajuda, ameniza os erros, mas não anula em 100%. Isso porque além das imagens, também existe a interpretação do árbitro. A tecnologia vem para somar, dar respaldo à decisões e evitar grandes injustiças. Imagine, por exemplo, quantos erros poderiam não ter acontecido no campeonato estadual 2022?



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